domingo, 18 de março de 2012

AZIZ AB"SABER É ENTERRADO EM SÃO PAULO

"UMA HOMENAGEM JUSTA A QUEM FEZ MUITO PARA OS AMANTES  DA GEOGRAFIA. UMA PERDA IRREPARÁVEL PARA A GEOGRAFIA NÃO SÓ DO BRASIL MAIS DE TODOS O MUNDO".

Um dos mais respeitados pesquisadores do País, Ab'Saber morreu na sexta-feira aos 87 anos

O corpo do geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber foi enterrado neste sábado no Cemitério da Paz, no bairro do Morumbi, na zona sul de São Paulo. Ab'Saber tinha 87 anos e morreu na casa dele, após sofrer um enfarte, em Cotia (SP), na manhã de sexta-feira. O velório ocorreu na noite de sexta-feira no prédio da administração da FFLCH/USP.

Morre geógrafo Aziz Ab’Saber

 

Foto: AE
Corpo do professor Aziz Ab'Saber, é enterrado no Cemiterio da Paz, no Bairro do Morumbi, zona sul de Sao Paulo

Ele era presidente de honra da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP).

Na hora da despedida, Ab'Saber foi homenageado por amigos e parentes com uma salva de palmas, em um gesto de demonstração de carinho e de agradecimento a quem se transformou em uma referência em estudos sobre a natureza e os impactos ambientais.

No final do enterro, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) discursou em homenagem ao geógrafo. Segundo ele, a prefeitura de São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, cidade onde Aziz nasceu, construirá um museu para mostrar às novas gerações os trabalhos deixados pelo especialista.

Repercussão: Legado de Ab'Saber vai durar muitos anos, diz ex-orientanda

Entre os parentes e amigos, estavam professores da USP e ex-alunos. Como traço marcante no estudioso, muitos apontaram a inquietude diante da busca de soluções para o bem coletivo, sobretudo quando o assunto dizia respeito aos riscos ambientais. "Pena que nem sempre ele foi ouvido", lamentou o acadêmico Paulo Garreta Harkot, que recordou um dos pensamentos de Aziz: "As paisagens que existem no mundo são consequências de processo de bilhões de anos que tomamos emprestado e devemos devolver às futuras gerações."

Nascido em 1924, Ab'Saber foi autor de mais de 300 trabalhos acadêmicos e considerado referência da geografia em todo o mundo. É autor de estudos e teorias fundamentais para o conhecimento dos aspectos naturais do Brasil.

Foi presidente da SBPC de 1993 a 1995 e desenvolveu trabalhos no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP) até a quinta-feira anterior à sua morte. Foi autor também de diversos livros educativos sobre geografia, usados em diversos colégios.

A FFLCH/USP decretou luto de três dias. Aziz casou-se duas vezes, deixou duas filhas e seis netos.

Com Agência Brasil


sexta-feira, 16 de março de 2012

Acessepiauí :: Política e Educação - Toma posse nova diretoria da Associação de Moradores do Mocambinho

Acessepiauí :: Política e Educação - Toma posse nova diretoria da Associação de Moradores do Mocambinho

Toma posse nova diretoria da Associação de Moradores do Mocambinho

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(16/03/2012, às 08:32:16)

Na noite do dia 15 de março de 2012 ocorreu à posse da nova diretoria da AMMO encabeçada pelo lider comunitário Luiz Pereira de Araújo (Chimba) e pela senhora Antonia Alves de Andrade (Diva). A posse foi prestigiada por várias lideranças comunitárias de Teresina.
O novo Presidente,  ao receber posse enfatizou que “o Mocambinho não pode perder tempo vista que a diretoria anterior deixou a Associação num estado de abandono e o momento agora é de ação e luta pela recuperação do tempo perdido”.
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A nova diretoria estará realizando nestes próximos dias um planejamento para delimitar as metas mais urgente de ações que serão trabalhadas.
"A nova diretoria terá bastante trabalho visto que a diretoria que passou pela a Associação não mostrou a sua verdadeira missão proposta", enfatizou o professor João Correia, o novo secretário de Imprensa da AMMO.
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terça-feira, 13 de março de 2012

Só 11 municípios do Piauí pagam o Piso do Professor


Menos de 5% dos municípios do Piauí pagam o piso nacional dos professores, reajustado na semana passada de R$ 1.187,00 para R$ 1.450,00 pelo Ministério da Educação. Nem o Governo do Estado ainda está pagando o valor total. Atualmente, o pagamento feito pelo Estado está em R$ 1.187,00, por isso, os trabalhadores em educação entraram em greve e ameaçam não iniciar o ano letivo na Rede Estadual, marcado para o dia 27 de março. Eles querem greve também nos municípios.

A Associação Piauiense dos Municípios (APPM) não tem levantamento de quem paga e quem não paga o piso nacional, mas os prefeitos reclamam da queda de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), do aumento do salário mínimo e agora com o piso nacional dos professores. Os professores e demais trabalhadores em educação vão parar as atividades nos municípios que não pagam o piso nacional, segundo informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí (Sinte-PI). Até agora, segundo um levantamento do Sinte-PI, somente onze dos 224 municípios pagam o piso dos professores: Água Branca, Barras, Regeneração, Barra D'Âlcântara, Pio IX, Campo Maior, Demerval Lobão, União, Esperantina, Batalha e José de Freitas. Segundo os núcleos do Sinte-PI no interior, nem as maiores cidades pagam o valor do piso, incluindo a capital, Teresina. O secretário de Assuntos Educacionais do Sinte-PI, João Correia, disse que os servidores vão deflagrar greve no interior. "Estamos pressionando os prefeitos e os vereadores para aprovarem o pagamento do piso nacional. Se não tiver acordo, teremos que ir à Justiça. Estamos tentando negociar com os prefeitos e com o Governo do Estado", explicou João Correia.

Segundo ele, o argumento dos prefeitos é que os municípios não têm recursos para pagar o piso nacional. João Correia afirmou que os recursos já estão disponíveis no Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), que teve aumento de 22% no repasse da educação, para pagamento do nosso piso aos professores. "Eles não têm como alegar falta de recursos. Existe dinheiro para isso. E o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) disponibiliza os recursos para complementar os Estados e Municípios que não podem pagar. Para isso, basta que os governadores ou prefeitos demonstrem transparência nas contas públicas. Mas, ao que parece, nenhum quer provar isso", adiantou o secretário educacional.

Segundo dados da Secretaria de Educação do Estado, o pagamento do piso nacional dos professores, com valores retroativos a janeiro, incorreria num impacto financeiro de R$ 17 milhões na folha de pagamento da Educação, que tem mais de 24 mil professores.


Fonte:
http://www.diariodopovo-pi.com.br/VerNoticia.aspx?id=8791





RAZÃO PELA QUAL GOVERNADORES E PREFEITOS NÃO CUMPREM A LEI DO PISO NACIONAL SALARIAL DO MAGISTÉRIO



Primeiro é porque para esses gestores que estão à frente dos Estados e Municípios nunca tiveram a oportunidade real de valorizar os professores, que para eles é estranho professor ganhar mais do que um salário mínimo de fome. O que prova mais uma vez que EDUCAÇÃO PÚBLICA nesse país não passa de discurso de campanha no período eleitoral.

Porque os gestores não querem pagar o Piso para todas as classes? O repasse do FUNDEB é realizado através das matrículas dos alunos de toda a rede, seja ela estadual ou municipal. Anualmente defini-se o valor do custo-aluno que para 2012 foi estipulado em R$ 2.096,68 para as séries iniciais urbana. Portanto o reajuste de 22,22% do Custo Aluno beneficia todos os alunos da Pré-Escola ao Ensino Médio devendo portanto o mesmo reajuste ser repassado a todos os professores e não apenas para aqueles em inicio de carreira.

Portanto, como não cumprir a Lei se o reajuste do Piso Salarial Nacional do Professor é baseado no Custo Aluno Ano que já foi reajustado desde janeiro de 2012? Reajuste este garantido pela Lei 11.837/2008.

Nesse sentido, de acordo a Lei esse reajuste deveria ser repassado para o salário dos professores, pois se o reajuste do Custo-aluno de 22,22% vem sendo repassado automaticamente para as contas do Fundeb dos Estados e Municípios o que nos faz entender que Governadores e Prefeitos estão desviando recursos da educação para outras finalidades, logo, é fácil deduzir que os gestores estão praticando improbidade administrativa.

No entanto, observa-se que comprovado tais irregularidades cabe não só a sociedade civil organizada, mas qualquer cidadão denunciar essas práticas a justiça federal, principalmente ao Ministério Público Federal que é o órgão fiscalizador dos recursos Públicos Federais.

Diante deste contexto, fica a pergunta que não quer calar: Será que essa celeuma toda provocada por governadores e Prefeitos unidos contra a Educação do País é falta de entendimento da Lei ou falta de bom senso? Com a palavra os gestores que lutam e relutam para não cumprir a Lei.

Prof. João Correia
Diretor de Assuntos Educacionais do SINTE PIAUI
Vice-Presidente da CTB

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ministro defende cumprimento da Lei do Piso em encontro de secretários Ministro defende cumprimento da Lei do Piso em encontro de secretários

Valorização do professor 
 
Quinta-feira, 08 de março de 2012 - 11:34
Natal - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quinta-feira, 8, na abertura da reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em Natal, o reajuste de 22,22 % aplicado ao piso nacional de salário do magistério. "Sei que para alguns estados e municípios, o reajuste pode ter sido forte e gerar dificuldades, mas, estamos falando de apenas dois salários mínimos", disse.

Mercadante lembrou que alguns secretários e a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Carlini, que estava presente, eram parlamentares quando o piso e a forma do seu reajuste (proporcional ao custo aluno do Fundeb) foram aprovados no Congresso Nacional, em 2008. "Nós votamos na lei e não houve objeção. Ao contrário, houve um grande consenso. Se não recuperarmos o valor do piso dos professores não teremos como atrair os jovens para a carreira. E todos sabemos que somos carentes de professores em todas as etapas da educação", ponderou.

O ministro ressaltou ainda que o dispositivo da lei que assegura um terço da jornada dos professores fora da sala aula também deve ser cumprido e lembrou que o Supremo Tribunal Federal votou pela constitucionalidade da lei ao examinar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta por cinco governadores. "Mas é preciso discutir essa questão dentro de um processo pedagógico. A hora atividade é para melhorar a educação, a aprendizagem e para o professor avaliar seus alunos, preparar as aulas, dedicar-se à sua formação", lembrou.

Mercadante concluiu sua intervenção fazendo um apelo aos secretários estaduais para que mobilizem suas bancadas parlamentares para aprovar com urgência o Plano Nacional de Educação para o período 2011-2020. "É fundamental aprová-lo este ano. Não podemos nos dar por satisfeitos. Precisamos aumentar os recursos para a educação", disse.

Neste sentido, o ministro ainda apelou aos secretários para que componham uma grande mobilização pela vinculação dos recursos do Pré-Sal para a educação. "Não podemos perder esta oportunidade".

Aloizio Mercadante passa esta quinta-feira em Natal. Depois da abertura da reunião do Consed, ele participa da entrega de 120 ônibus do programa Caminho da Escola, adquiridos pelo governo do estado. Anuncia também a construção de três novos campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, nos municípios de Canguaretama, Ceará-Mirim e São Paulo do Potengi. 

Assessoria de Comunicação Social

Palavras-chave: educação básica, Consed, educação profissional, PNE

domingo, 4 de março de 2012

O Piso e o federalismo brasileiro

A luta da CNTE e de seus sindicatos filiados em defesa da lei do piso salarial profissional nacional do magistério, expõe heranças patrimonialistas de grande parte da classe política brasileira, e as falhas de um federalismo que precisa, urgentemente, sofrer mudanças para o bem da democracia e de um Estado com garantias de direitos sociais.
Se, por um lado, a “prefeiturização” do ensino ensejou maiores compromissos das municipalidades - que, à época, não se preocuparam com a qualidade da educação, mas tão somente com os cifrões per capitas que as matrículas escolares trariam para os cofres públicos -, por outro, a incapacidade tributária, aliada à frouxidão na fiscalização dos recursos públicos, impede que muitos municípios mantenham um padrão mínimo de qualidade de seus serviços básicos, incluindo a educação.
Fica, então, a pergunta: não seria justo que a Constituição previsse um parâmetro, a exemplo do PIB per capita, para que os entes federados pudessem gozar de plena autonomia administrativa? Essa alternativa, ao contrário da concepção de Estado Único, enseja a responsabilidade da União em tornar eficientes as gestões dos entes que a integram, com vistas a garantir a equidade dos serviços públicos à luz dos fundamentos e objetivos republicanos.
Não se pode esquecer que a formação da maioria dos municípios, no Brasil, seguiu critérios estritamente políticos - da conveniência patrimonialista -, de modo que a medida acima sugerida, de controle da eficiência pública, caracterizaria a efetiva responsabilidade social do Estado brasileiro para com seus cidadãos.
É bem verdade que a estrutura federativa clama por uma reforma tributária capaz, por exemplo, de instituir padrão de qualidade para a educação (preceito constitucional), sobretudo quando se constata que as redes municipais atendem a maioria das matrículas escolares com a menor parcela dos tributos arrecadados. Isso reforça a tese de que arranjos colaborativos, instituídos para amenizar o desmonte do Estado através da reforma neoliberal, são insuficientes para atender às necessidades sociais de educação, saúde e segurança, principalmente.
Contudo, ao invés de os políticos se juntarem em torno da superação dos gargalos tributários, especialmente os que possibilitam a renúncia fiscal eleitoreira e os desvios de verbas, os mesmos preferem apresentar contas amorais para justificar a pretensa incapacidade de honrar o piso salarial de R$ 1.451,00 (anunciado pelo MEC) para o professor da escola pública, que também necessita de tempo para realizar seu trabalho fora da sala de aula - e isso, obviamente, custa dinheiro!
Para a CNTE, a contribuição e a partilha tributárias são dois temas a serem vencidos no debate da distribuição da renda com equidade social, juntamente com a efetiva fiscalização e punição da malversação dos recursos públicos. E as propostas da Confederação, nessas áreas, consistem em: (i) regulamentar o regime de cooperação institucional, através do art. 23 da Constituição; (ii) instituir Lei de Responsabilidade Educacional com o escopo de medir a capacidade contributiva e de induzir o correto investimento das verbas públicas, em cada ente federado, possibilitando, na medida suficiente e eficaz, a solidariedade federativa para o atendimento equitativo dos serviços públicos (além de promover a alavancagem socioeconômica das regiões menos abastadas); e iii) aperfeiçoar o controle social, por meio de gestão democrática das políticas e dos gastos públicos, propiciando auxílio aos órgãos fiscalizadores do Estado.
Valor do piso em 2012
Embora a CNTE reconheça o compromisso e o esforço da presidenta Dilma em manter o preceito da Lei do Piso, no que tange ao critério de reajuste anual - desafiando governadores contrários à valorização real dos vencimentos das carreiras do magistério -, bem como a atitude corajosa da deputada federal Fátima Bezerra (PT-RN), que através de recurso opondo à decisão esdrúxula da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, propiciou a manutenção da atualização real do piso do magistério, é preciso destacar que a fórmula adotada pelo MEC para correção do Piso, à luz do parecer da Advocacia Geral da União, continua contrária à Lei 11.738 e pode ser contestada pelos sindicatos da educação na justiça.
A redação do art. 5º da Lei do Piso não deixa dúvida que o mesmo reajuste aplicado ao Fundo da Educação Básica, de forma prospectiva (para o ano em vigência) deve também incidir na atualização monetária do piso remuneratório do professor. Porém, o critério adotado pelo MEC, para o Piso, considera o crescimento do Fundeb dos dois últimos anos, o que gera uma defasagem anual no valor do reajuste.
Outras duas incoerências sobre o tema referem-se ao ano base de incidência da primeira atualização do piso (a CNTE defende 2009, e o MEC 2010) e aos prejuízos decorrentes da desoneração de impostos, à época da crise mundial de 2009, quando recursos federais repassados a estados e municípios a título de compensação das perdas na arrecadação tributária, inclusive as vinculadas à educação, deixaram de ser destinados aos salários dos educadores.
Neste sentido, para a CNTE, em 2012, o piso nacional, que serve de referência para os vencimentos iniciais das carreiras de magistério de nível médio, equivale a R$ 1.937,26 para jornadas de trabalho de, no máximo, 40 horas semanais, conforme preceitua o § 1º do art. 2º da Lei 11.738. Ademais, a Confederação espera que o Congresso rejeite a proposta de reajuste do piso, puramente pela inflação, como pretendem os governadores, uma vez que a mesma contraria o espírito da valorização do magistério esculpido na Lei do Piso e na meta 17 do projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação.

sexta-feira, 2 de março de 2012

RIO GRANDE DO PIAUÍ – PI FPM – FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICIPIOS REFERENTE MÊS FEVEREIRO DE 2012




FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS

FUS - FUNDO SAUDE

R$ 0,00D

R$ 79.729,22 C

FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUCAÇÃO

R$ 00,00 D



R$ 156.383,54 C

TOTAL DO REPASSES DO PERIODO


R$ 276.728,69 D


R$ 773.928,55 C



https://www17.bb.com.br/portalbb/djo/daf/Demonstrativo,802,4647,4652,12,1.bbx